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Criacionismo e Evolucionismo


O conteúdo do presente trabalho busca explanar as duas grandes teorias existentes, Criacionismo e Evolucionismo, que na qual fala sobre a origem do mundo e do ser humano. O objetivo e de chegar a um entendimento mais claro concernente a cada teoria, o que realmente sustentam sobre a origem de todas as coisas. Para a realização deste trabalho foram feitas pesquisas bibliográficas em livros, revistas, Internet, filmes e documentos. Obtive inspiração também nos três estágios realizados por mim na Graduação, porque pude manifestar o tema em questão em sala de aula. Nosso interesse não é explanar sobre a crença de cada povo, mas de mostrar as duas grandes correntes que sustenta a origem do mundo e do universo, por isso citamos outros povos mais sem nos aprofundar

INTRODUÇÃO

 De acordo com estudos realizados, um dos assuntos de mais controvérsia que presenciamos é sobre a origem do planeta terra e da própria humanidade. Existem muitas interpretações para o aparecimento do homem, algumas de cunho religioso, outras de cunho científico. Criacionismo e Evolucionismo são as duas grandes principais teorias que tentam explicar a criação e a evolução do homem, de um lado têm a ciência, do outro a Bíblia Sagrada. Os criacionistas têm como base a Bíblia Sagrada, o livro de Gênesis e sustentam que o mundo e a humanidade foram criados por um ser supremo, Deus. Esta linha de pensamento perdurou até o século XIX quando surgiu a teoria da Evolução, primeiramente por Jean Baptiste Lamarck. A teoria de Lamarck serviu de base para Charles Robert Darwin mais adiante sustentar a teoria da evolução.
O livro “A origem das Espécies” do naturalista Charles Darwin causou tanta divergência no mundo, até os dias de hoje, religiosos não aceitam a ideia de que o homem seja fruto de uma evolução de algum primata ou algo similar. Do outro lado, os evolucionistas, alguns deles, pregam a discrepância, que jamais existiu uma Deidade Suprema, Deus, e todas as coisas tenham saído por vontade divina.

A TEORIA CRIACIONISTA


A teoria criacionista surgiu no mundo ocidental, baseado na Bíblia Sagrada, no livro de Gênesis. Gênesis que quer dizer princípio, começo (GÊNESIS 1:1) diz que Deus criou os céus e a terra, (SALMOS 33:6-9) e que os céus foram feitos pela palavra de Deus. Entretanto, encontramos que cada povo tem sua própria cosmologia concernente a criação do universo e o aparecimento do homem na terra, indígenas, islâmicos, cristão, celtas e vikings tem seu parecer. O povo islâmico, por exemplo, tem sua fé fundamentada no Alcorão, seu deus é Allá e tem como base da criação o seguinte versículo ”Vosso senhor é Allá, que criou os céus e a terra em seis dias, assumindo, em seguida, o trono. Ele ensombrasse o dia com á noite, que o sucede incessantemente. O sol, a lua e as estrelas estão submetidas ao seu comando. Acaso, não lhe pertencem à criação e o poder? Bendito seja Allah, senhor do universo.” (ALCORÃO 7:54 ). Porém não queremos nos aprofundar na crença destes povos, deste modo seguiremos com a Bíblia sagrada, o livro de Genesis que é o livro chave desta teoria.
Entre os versículos 1 e 2 de Genesis existe um intervalo, seria neste tempo que Lúcifer foi expulso do paraíso e caiu do céu, neste acontecimento levou a morte dos dinossauros que existia na terra e, por conseguinte, a terra ficou sem forma e vazia ”(OLSON, 1974). Ao contrario que Olson disse, a ciência conjectura que os dinossauros foram extintos por meio de um asteróide de dez diâmetros havia se chocado com a terra, por conseguinte atingiu até mesmo o clima na terra, deste modo levou a cabo os dinossauros existentes no fim do período cretáceo.  A partir de uma explosão que a ciência chama de Big bang a terra surgiu caótica, sem forma e vazia, e por meio disso Deus começou a formar a terra. O versículo 3 de Genesis se cumpre antes do versículo 1, quando Deus chama à existência a luz. A luz foi criada antes do planeta terra e esta luz do versículo 3 de Genesis era o filho de Deus, Jesus Cristo que foi gerado na eternidade antes de Genesis 1(BRANHAM, 1953).
Partindo desta linha de pensamento vemos que a primeira luz não foi o sol, porque as luminárias como o sol, a lua, e as estrelas foram criadas no quarto dia da criação. De acordo com Branham (1953, p. 7) “E agora nós observaremos vir à existência uma pequena luz branca. Nós o chamaremos, como, um Halo. “E aquilo era o Filho de Deus, o Logos que saiu de Deus, no princípio branca. Nós o chamaremos, como, um Halo. “E aquilo era o Filho de Deus, o Logos que saiu de Deus, no princípio”.

"Desde os tempos mais remotos do pensamento grego o homem avidamente procura des­cobrir alguma causa natural da evolução, no desejo de abandonar a idéia da criação sobrenatural". Isso constitui um franco reconhecimento do motivo da invenção da teoria da evolução. É para escapar à responsabilidade moral que a criatura tem perante o seu Criador. Infelizmente essa teoria ganhou aceitação totalmente desmerecida e apli­ca-se na maioria das escolas primárias, secundárias e demais instituições culturais, gozando ainda de populari­dade nos púlpitos da ala modernista da religião.  De que consiste a teoria da Evolução? A "Evolução" é a teoria filosófica e especulativa que afirma que os vários elementos e substâncias químicos do mundo inorgânico e todas as inúmeras criaturas vivas do mundo orgânico tiveram origem comum e foram o resultado de efeitos cumulativos de mudanças, em si imperceptíveis e finitos, que resultaram da energia de "forças inerentes da nature­za". Essa teoria, que procura superar a narrativa bíblica sobre a criação, parte da pressuposição da existência da matéria e de força no universo, sem oferecer nenhuma explicação sobre a origem de nenhuma dessas. A matéria, segundo a teoria evolucionista, teria existido originalmen­te num vapor gasoso uniforme e altamente aquecido. A força seria nada mais do que a tendência dessa matéria de manter-se em movimento. Perguntamos se então não seria tão necessário o poder de um Ser Onisciente e Onipotente para criar a matéria e a força, com toda sua suposta capacidade para desenvolvimento e diversificação, como para criar os elementos separados, as plantas e os animais? A narrativa de Gênesis é plenamente razoável e científica e não exige mais fé do que exige a teoria evo­lucionista. De fato, ela é mais racional, e se exige menos fé para crer na eternidade dum Deus pessoal e no Seu poder criador, do que crer na existência hipotética e pressuposta da matéria e da força e no seu poder misterioso de desen­volver-se.A Evolução Cósmica, isto é, das estrelas, da terra, do mar, do ar, e duma substância original comum, por en­quanto nenhuma evidência apresentou para se tornar viável. Todas as pesquisas da astronomia indicam que a lei do universo é calcada na estabilidade e na ordem, e não transformação, provando que a teoria da evolução não pas­sa de uma criação da imaginação humana. No surgimento do inorgânico para o orgânico, a teoria da evolução requereria que, no remoto passado, em razão dum acidente maravilhoso e combinação feliz e específica de forças e matéria, produziu-se a primeira centelha de vida que deu origem à primeira planta. Agora, se é ver­dade que todas as inúmeras formas e espécies de vida en­contradas hoje no mundo em que vivemos evoluíram das substâncias inorgânicas, então duas coisas aconteceriam: primeira, as rochas forneceriam provas dessa emergência do inorgânico para o orgânico, e a própria natureza ao nosso redor revelaria certos agrupamentos de átomos que
se estenderiam em direção da existência orgânica. Mas o próprio Charles Darwin     admitiu que a geração espon­tânea é coisa "absolutamente fora de cogitação". Não se encontra em parte nenhuma do mundo qualquer sinal de vida orgânica que emergisse por si, dos elementos inorgânicos. O fato é que a matéria inorgânica não
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demonstra nenhum progresso, nenhum poder e nenhuma tendência de transfor­mar-se em matéria viva. A evolução admite que não se consegue  encontrar o "elo" entre o reino vegetal e o animal. O próprio colaborador de Darwin, Alfredo R. Wallace, disse que a distância entre o reino vegetal e animal é tão grande que nenhuma explica­ção puderam formular sobre esse problema à base da matéria, suas leis e forças. No entanto, a evolução propõe o tal surgimento do inorgânico para o orgânico como teoria viável para explicar a verdadeira origem das coisas, deixan­do, no entanto de explicar a origem da matéria, da força, a vida vegetal ou animal! Se houvesse verdade na teoria evolucionista, não haveria as diferentes espécies de vida e as linhas divisórias entre elas que verificamos na natureza. Antes haveria so­mente as formas individuais, uma se transformando na ou­tra. Seria até impossível classificar as várias formas de vida, pois tudo estaria em estado de transmutação. Mas o que verificamos na natureza é um mundo claramente dividido em classes e espécies, cada separada da outra por barreiras intransponíveis. Afirmamos que toda a natureza dá seu testemunho contra a Evolução. O fato é que existe um abismo intransponível entre o tipo de homem mais primitivo e o mais elevado tipo de animal, abismo que a ciência jamais conseguirá transpor. Por muito que os evolucionistas tenham procurado o "elo" inexistente entre o homem e o macaco, jamais o encontra­ram. O grande químico e cientista, Prof. Virchow, afirma, "temos que reconhecer que não existe nenhuma prova fóssil dum tipo inferior do homem." Todos os argumentos daEvolução são apenas meras suposições. As conclusões se­guem aparências, e não as leis cientificas das quais querem ser os grandes patronos. O fato de que todas as diferentes espécies de animais e plantas foram criadas separadamente prova-se pelo fato de que, quando essas são cruzadas, a posteridade é sempre estéril. O cruzamento do jumento com a égua, por exemplo, produz a mula. A mula é produto híbrido e estéril! O fato de a raça humana em sua totalidade ser de uma só espécie e de origem comum, como Paulo informou aos atenienses em Atos 17.26, prova-se pelo fato de que quando as diversas raças se misturam, a sua descendência não é estéril e sim, fértil. Esse fato desfaz o argumento de certas pes­soas, que somente a raça branca seja descendente de Adão. "Adão não foi criado como um bebê e nem tão pouco como silvícola, mas como homem adulto, de inteligência perfeita. De outra forma não teria capacidade para pôr nomes aos animais do campo e às aves do céu. O fato de que seus descendentes demonstraram tão elevada capaci­dade para cultivar a terra, inventar instrumentos musicais e aparelhos mecânicos, construir cidades e torres e mesmo um navio como foi a arca de Noé, prova que os homens do período ante-diluviano eram inteligentes e capazes de grandes realizações. Gn4.2,17,21,22. Prova de que o homem desde então tem evoluído física ou intelectualmente, não existe." - Larkin.Os proponentes da Evolução não conseguem explicar Jesus Cristo, que era uma 'Raiz duma terra seca", eo cristianismo que surgiu sobre os ombros de doze homens, em oposição às crenças dos judeus, dos gregos e dos ro­manos. Também não sabem explicar como apareceu a nossa maravilhosa Bíblia que o próprio historiador H.G.Wells admite ser a fonte da civilização e não o produto da mesma.E incrível como o mundo acadêmico e religioso, com tendências para o modernismo, tem engolido tão ingenuamente esta fantástica teoria que pelos próprios cientistas abalizados tem sido repudiada muitas vezes. Como pode uma teoria ganhar tal aceitação sem apresentar nenhuma prova? Certamente é um sinal dos tempos e cumprimento da palavra profética de Paulo, "... o aparecimento do iníquo... com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.” É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça". II Ts 2.9-12.(H.F OSBORN. 1899).   

OS DIAS DE GÊNESIS

Segundo a Bíblia Sagrada um dia para Deus é mil anos (II Pedro 3:8) deste modo não pode ser comparado a períodos de 24 horas, pode significar período de tempo de duração indefinida ( SL 95.8;Jô 8:56;II Co 6.2; e II PE 3.8) por isso a afirmativa que o mundo tem 6000 mil anos de existência pode não estar correta porque este cálculo diz respeito da criação do homem e não da criação do mundo.
[...] a geologia afirma ter havido seis sucessivos período de criação da terra, que se estende por milhões de anos. Em linhas gerais, são os mesmos estágios registrados em Gênesis 1. Para a geologia, a vida precede a luz, e a vida deve ter surgido debaixo do abismo. “ E o Espírito de Deus pairava sobre as águas “ (GN 1.2). A geologia confirma que o primeiro calor não foi de origem solar, mas de origem química.( OLSON 1974, p. 39).

O primeiro dia da criação ( Genesis 1: 3-5) Deus Criou a luz  por meio da Palavra Falada “ haja luz e houve luz”(APOC. 3:14), e Deus faz a separação entre o dia e a noite. Alguns acreditam que esta separação seria algo espiritual, a separação dos filhos de Deus e dos filhos de lúcifer. Encontramos neste versículo que Deus cria e faz, aparece a  existência da luz e logo faz a separação da luz e das trevas.

[...] a obra do 1° dia não concerne ao sol, a lua e às estrelas, pois esses seres só aparecem no 4º dia. Antes houve o aparecimento de luz em si separada das trevas. Os cientistas costumam zombar da narrativa de Gênesis porque esta fala da luz como existente antes da criação do sol, que todos supunham ser a única fonte de luz. Mas hoje  em dia a ciência já sabe da existência de luz “cósmica” na terra totalmente independente da luz solar.(OLSON, 1974, p..39)

O segundo dia da criação(Gênesis 1:6-8)  neste dia Deus fez a expansão e  chamou de “céus” e separou as águas da atmosfera  e as águas sobre a terra. “ A geologia ensina o mesmo estágio na formação da terra”(OLSON, 1974). Mas a Bíblia não registra chuva sobre a terra,somente depois do dilúvio.Segundo William Marrion Branham(1960) não havia chovido na terra antes do dilúvio.
 O terceiro dia da criação(Gênesis 1:9-13) neste dia Deus separa a porção seca das águas, a porção seca chamou terra e o ajuntamento das águas chamou mares, ordenou que a terra produzisse erva verde que desse sementes, árvores frutíferas e que desse fruto segundo a sua espécie, criou a flora e viu Deus que era bom. No terceiro dia o relevo do solo transformou-se em grandes montanhas e enormes vales, nos quais se ajuntaram as águas que  foram chamadas “mares”.A geologia ensina o mesmo fenômeno do aparecimento dos continentes na mesma seqüência da Bíblia.Os continentes produziram relva e árvore frutífera.      
A geologia também informa que a vida vegetal que produziu os vastos depósitos de carvão de pedra alimentava-se, não da luz solar. A narrativa de Gênesis também coloca a vegetação como aparecendo antes da luz solar. Aparentemente a submersão das sementes nas águas não as destruiu e essas tornaram a brotar quando as condições a permitiram. Há abundantes evidencias fosseis da existência dessas plantas primordiais, encontradas em toda parte da superfície terrestre ( OLSON, 1974).
E um átomo se partiu e começou a se desprender, o átomo explodiu, a primeira explosão atômica. E então aqueles átomos começaram a se acumular até formarem cinzas, enquanto a umidade, seja o que fosse, começou a se dissipar, e os átomos se partiram. E após algum tempo, veio uma estrela, ou um pedaço do... um projétil que voou e saiu flutuando pelo ar. Ele observou por talvez alguns milhões de anos, e então o parou.Ele não tinha pressa.Ele tinha tempo suficiente, para sempre. Ele era do principio ao fim. Não existia tempo com Ele.E então outro sai voando, e Ele o pára deste lado. (BRANHAM, 1953, p. 7). 

O quarto dia da criação (Gênesis 1:14-19)  neste dia Deus criou o sol, a lua e as estrelas, pôde Deus então separar o dia da noite o tempo teve seu inicio, dias e anos. O sol para luminar o dia e a lua para governar a noite. “Os luzeiros seria aos “portadores” de luz e não necessariamente a luz em si. A geologia também concorda com essa seqüência” (OLSON, 1974). 
No quinto dia (Gênesis 1:20-23) Deus criou a fauna, repteis de alma vivente, as aves, “ e Deus abençoou dizendo: frutificai, multiplicai-vos e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra. “ Deus criou todas as aves e os animais marinhos no quinto dia. A geologia concorda também com essa seqüência. Isto indica que toda a vida animal anterior havia parecido na calamidade que sobreveio a terra original. Muitos fósseis e ossos de aves e animais de espécie diferentes das de hoje são encontradas na superfície da terra. (OLSON, 1974)  
Sexto  dia da criação( Gênesis 1: 24-31) foi quando Deus criou animais terrestre e o homem. Gados repteis e as bestas, neste tempo também foi criado a Serpente. “E viu Deus que era bom, Ele disse: “façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Entretanto este primeiro homem que foi criado foi um homem espírito, porque Deus é espírito e o homem foi criado a imagem de Deus. Encontramos que mais adiante Deus forma o homem do pó da terra (Gênesis 2:7) e sobra nas suas narinas o fôlego de vida.E Deus colocou o nome do homem de Adão, Adão tinha as duas naturezas masculina e feminina, porque a mulher ainda estava nele, sua costela.
O PRIMEIRO CASAL

Depois que Deus havia criado a fauna, a flora, no sexto dia Deus cria o homem conforme a sua imagem (GENESIS 1:26), ou seja um homem espírito, porque Deus é espírito, então ele forma este homem do pó da terra(GENESIS 2:7), agora este homem  podia arar o solo porque agora já tinham um corpo.
Deus planta um jardim no Édem (GENESIS 2:8) e ali fez brotar arvore frutífera, de modo que o homem pudesse alimentar-se, colocou também duas arvores especificas no meio do jardim, a arvore da vida e a arvore da ciência do bem e do mal. “ A arvore da vida era Jesus, a Palavra, o filho de Deus, a arvore da ciência do bem e do mal era satanás(BRANHAM, 1964). Ao homem foi dado jurisdição sobre todas as coisas, porém foi proibido que tocasse e comece da arvore da ciência, do bem e do mal, o fruto proibido. Se o homem comece deste fruto perderia a vida eterna e a morte entraria em sena.
O homem foi dotado de inteligência perfeita e capacidade para poder administrar o mundo segundo a mente de Cristo. Deu nome aos animais, sendo orientado por uma intuição dos propósitos divinos a seu respeito. Dispensava perfeitamente todos os meios comuns da ciência, que são os livros, as escolas e a experiência. O homem sabia por intuição e não por processos didáticos ( STEVENS,1942).

Então Deus vê que Adão encontra-se solitário, “não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele” (GENESIS 2:18)  Deus então fez cair um sono pesado em Adão e extraiu de sua costela uma mulher(GENESIS 2:21-22), Adão chamou de varoa, “A mulher foi feita, não da cabeça do homem, para ultrapassá-lo nem do seu pé para ser pisoteada por ele, e sim, do seu lado, para ser igual a ele, e de sob o seu braço para ser amparada por ele, e de perto do coração para ser amada por ele (MATHEW HENRY).                                                                                                    
           
 Segundo a Bíblia Sagrada, este foi o primeiro casamento ordenado por Deus na terra. Deus coloca este casal no jardim do Édem. Segundo Olson, este período chama-se inocência. O casal estava nu e não sentiam vergonha porque não havia malicia, não havia pecado e Deus tinha comunhão com eles sempre na virada do dia.

O ELO PERDIDO SEGUNDO O CRIACIONISMO



  Vemos que Deus colocou algumas condições para o homem que de todos os frutos que estavam no jardim podia comer, exceto aquele que estava no “meio” do jardim. Deus colocou certas restrições porque o homem tinha o livre-arbítrio. Agora o homem obedecia a Deus ou desobedecia. “porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (GENESIS 2:17).

Agora aqui está uma grande coisa. O mais perto que a ciência já chegou para saber o que era o ser humano... Eles desenterram ossos velhos; eles apanham fosseis, eles apanham cabeças; e eles apanham caveiras, braços, e ossos e tentam fazer aquilo parecer com um ser humano. E eles sabem que a coisa mais próxima que eles encontraram no humano... próximo dele está o chimpanzé. Ele e a espécie mais próxima do ser humano. Mas mesmo assim ele não tem nada a ver com o ser humano. ( BRANHAM 1958.p. 19)

Agora encontramos que em Genesis 3 entra em sena um elemento chamado serpente, note que ele era sutil, significa ser inteligente, ser astuto, a palavra no hebraico é Mahah, quer dizer “ter um verdadeiro conhecimento de princípios da vida”, porém mesmo sendo astuto e sutil é chamado de “serpente”. “ Mas recordem ele era a coisa mais inteligente que havia, no campo... mais parecida com o ser humano. Ele não era réptil. A maldição o fez um réptil” (BRANHAM 1958). Não se encontra osso nenhum em uma cobra, porque depois da maldição este réptil perdeu os osso “ sobre teu ventre andarás e pó comerás todos os dias da tua vida”(GENESIS 3:14). Por isso a dificuldade da ciência encontrar o ele perdido.


Agora, este grande sujeito que a Bíblia Sagrada chama de serpente, na verdade era um homem-serpente e segundo as Escrituras sagradas, lúcifer teria se aproveitado desta besta, pois era o único sangue que se intermisturaria com o sangue humano, porque com o chimpanzé ele não poderia tratar, aquele sangue não se misturaria. 
Ocorre que este homem-serpente, esta besta, encontrou a esposa de Adão nua no horto do Édem e passou a ter um diálogo com ela “ E esta disse a mulher: É assim que o Senhor disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher a serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,mas, do fruto da árvore que está no meio do jardim,disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.( GENESIS 3: 2-3). Note que Eva não estranhou de estar dialogando com a serpente, ela obteve aquilo como alguma coisa normal, respondeu as perguntas conforme havia recebido de Deus.

Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar. Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! Entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes (CANTARES 2:3 e 4:16

No capitulo três de Genesis encontramos a palavra “meio”, do fruto da árvore que está no “meio” do jardim e meio significa centro. A mulher é uma árvore frutífera, o fruto de um casamento são os filhos. O que teria acontecido então? O “comer” era uma figura de linguagem, Satanás por meio do homem-serpente começou a fazer amor com a mulher de Adão, tiveram relações sexuais, ele teve a Eva como esposa antes de Adão, a Bíblia Sagrada diz que ela foi enganada “E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão”(I TIMOTEO 2:14). E deste romance, desta relação veio o primeiro filho por nome de Caim que era filho do maligno. “Não como Caim, que era do maligno e matou seu irmão.”(I JOÃO 3:12).
O primeiro filho que Eva teve de Adão foi Abel. Seria possível uma mulher dar luz na mesma gestação a dois filhos de pais diferentes, como foi o caso de Eva, Caim e Abel? Note a reportagem abaixo de um jornal norte-americano, o que a ciência chama hoje de superfecundação heteropaternal:

             Notamos que a mulher afirma que foi enganada pela serpente “E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi” GENESIS 3:13). Enganar significa deflorar, tirar o hímen de uma virgem. O pecado original então não foi o comer de uma maça, a maçã é algo simbólico, ou qualquer outro fruto “ tal é o caminho da mulher adúltera, come e limpa a sua boca e diz: não cometi maldade”(PROVERBIOS 30:20) O pecado foi o sexo fora do santo matrimonio, adultério. Depois da queda a varoa passou a ser chamada de Eva que quer dizer “mãe de todos os seres viventes, a Adão não foi dito que ele seria o pai de todos os seres viventes, porque Caim não era seu filho. Tudo o que vemos foi que Eva esteve com o homem-serpente pela manhã e a tarde esteve com Adão por isso veio gêmeos. E na genealogia de Adão Caim não é contado ( I CRÔNICAS 1:1). A Bíblia diz que Adão era filho de Deus(LUCAS:3:38), deste modo ele não poderia ser pai de um assassino como foi Caim, Caim então era filho do maligno por meio da serpente.




Agora, notamos que Eva disse que Deus tinha lhe dado outro filho no lugar de Abel que na qual Caim havia matado (GENESIS 4:25). Outra semente, no versículo 3:15 encontramos que Deus diz que a Serpente tinha uma semente também e quem carrega a semente, o esperma é o macho, a fêmea tem somente o campo “ E porei inimizade entre ti e a mulher e entre tua semente; esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirá o calcanhar”, este ser tinha semente. “Ferir o calcanhar” ferir significa fazer uma redenção.
Então o que a ciência sustenta sobre o elo perdido, que certa quantidade de primatas desceu das árvores para conseguir o alimento, neste tempo houve as separações das famílias, de um lado os hominídeos, que deu a origem ao homem e do outro lado os primatas (macacos). A ciência não consegue encontrar este elo. Para o criacionismo o ele que a ciência não encontra foi a queda no horto do Édem, porque a serpente foi reduzida a um réptil, ou seja, Deus destruiu este padrão da serpente.

A TEORIA EVOLUCIONISTA


A teoria evolucionista prega que o ser vivo existente na terra hoje se trata de resultados de modificação dos seres vivos que existiram no passado e que espécies relacionam-se umas com as outras e modificam-se ao decorrer do tempo, concernente a isso que é aplicado a teoria de Darwin “somente os mais fortes sobrevivem”. Conhecida também como geração espontânea e que o universo apareceu devido a uma imensa explosão chamada de “Big Bang”, que aconteceu a milhões de anos atrás. E logo depois desta grande explosão, uma forma de vida começou a evoluir de forma lenta na terra, originalizando as diversas formas de vida hoje existente, uma destas formas de vida é o homem “homo sapiens”, no latim quer dizer: “homem sábio”. Charles Robert Darwin foi o que mais marcou a historia da evolução, com seu livro “A Origem das Espécies” (1858). A teoria da evolução enfatiza que as espécies sofrem mudanças ao longo das gerações, formando assim novas raças e espécies.
ANTES E DEPOIS DE DARWIN
Darwin foi o que mais se destacou na questão da teoria da evolução, se consagrou com a sua obra “A origem das Espécies” marcando a ciência moderna. Entretanto gostaria de citar rapidamente, alguns nomes que apareceram antes e depois de Darwin, que proporá a teoria da evolução.


Primeiramente, gostaria de chamar atenção para Erasmus Darwin (1744-1829), avô de Darwin, com sua obra Zoonomia, obra de 1792 que abordava aspectos sobre a evolução, transmutação das espécies, antecipando os mecanismos de seleção. Mais tarde foi admirado pelo seu neto Charles Darwin.
Robert Chambres (1802-1871) escocês ficou conhecido pelo seu trabalho “Vestígios da História Natural da Criação” em 1844, Chambres teve tanto interesse sobre a evolução que publicou sua obra expondo suas idéias evolucionistas, sustentava que fósseis correspondia a indícios de criaturas ancestrais e comparava às criaturas modernas. Acreditava-o que o homem teria evoluído de criaturas primitivas. Sustentava também que fator geográfico, climático e biológico poderia causar em mutações. Entretanto, Chambres foi tão criticado que temeu de defender suas convicções perante a comunidade cientifica.


Outro nome que não poderia de ser mencionado é do britânico Alfred Russel Wallace (1823-1913), naturalista e viajante, escreveu uma obra intitulada “ Viagem ao Amazonas”1853, pois teria viajado para o Amazonas, ao voltar escreveu sua obra. Fez uma viagem para o arquipélago Malaio, onde ficou por oito anos estudando as espécies dos animais. Durante sua ida ao Oriente, confeccionou uma teoria evolucionista a parte da  desenvolvida por Darwin, de modo que definiria a teoria da evolução, enviou a Darwin, para que avaliasse sua teoria.

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A teoria de Darwin só se tornou pública pela primeira vez em 1958 num documento apresentado junto com outro de Alfred Russel Wallace. A teoria completa de Darwin foi publicada somente em 1859, com o nome que leva esta publicação. A origem das Espécies. A obra ficou conhecida como “O livro que abalou o mundo”. A Origem das Espécies se esgotou no primeiro dia da publicação e o mesmo ocorreu com seis edições posteriores (MESQUITA, 2009, p.10).

O PRECURSOR DE DARWIN


Jean Baptiste Lamarck (1744-1829), de origem Frances, naturalista, foi o primeiro a delinear a teoria da evolução no Século XIX, por meio de  sua teoria da evolução Philosophie Zoologique 1809, argumentou que “ as espécies mudam ao longo do tempo e transformam-se em outras espécies(RIDLEY, 1993,p. 31).Depois de realizar pesquisas em moluscos tira suas conclusões. Lamarck então publica a teoria dos caracteres adquiridos, explicava essas transformações por meio de duas leis: Lei do uso e do desuso e Lei das características adquiridas.


Lei do uso e desuso, todas as espécies perdem ou adquirem características, conforme elas são utilizadas, ou seja, quando um determinado órgão é usado em grande freqüência, este órgão irá se desenvolver de uma forma espontânea e rapidamente, diz respeito ao desenvolvimento dos órgãos. Já se algum órgão não for trabalhado com freqüência a tendência é de se atrofiar, até perder sua função. Lei das características adquiridas, os indivíduos são afetados conforme as mudanças do ambiente e as mudanças no organismo são passadas por meio das gerações. As alterações sofridas pelo individuo no decorrer de sua vida passariam por hereditariedade.

Lamarck sugeriu que uma espécie poderia ser transformada se essas modificações adquiridas individualmente fossem herdadas pela progênie do individuo. Em sua famosa discussão sobre o pescoço da girafa, ele argumentou que as girafas ancestrais haviam se esticado para atingir folhas mais altas nas árvores. O esforço fez com que seus pescoços se tornassem levemente maior. Seus pescoços mais longos foram herdados pela sua prole, a qual iniciou sua vida com uma propensão a ter pescoço mais longo do que os de seus progenitores. Depois de muitas gerações de alongamento de pescoço, o resultado foi o que vemos hoje. Lamarck descreveu o processo como sendo determinado pelo “esforço” da girafa, e ele freqüentemente descrevia os animais como “desejando” ou “querendo” mudanças em si próprias. A sua teoria foi, por isso, muitas vezes caricaturada, pois sugeria que a evolução acontecia de acordo com a vontade do organismo. Entretanto, a teoria não exige qualquer esforço consciente por parte do organismo-somente alguma flexibilidade no desenvolvimento individual e a herança dos caracteres adquiridos. Lamarck não inventou a ideia da herança dos caracteres adquiridos. Essa ideia é antiga, ela foi discutida na Grécia Antiga por Platão, por exemplo. Entretanto, o pensamento mais moderno sobre o papel desse processo na evolução foi inspirado por Lamarck e, por isso, a herança de caracteres adquiridos é agora chamada, mais por convenção do que por motivos históricos, de herança lamarckiana. (RIDLEY, 1993, p.31-32).


As idéias de Lamarck foram refutadas em 1876 pelo biólogo alemão August Weisman (1834-1914), amputando caudas de camundongos, querendo provar que os demais camundongos que nascessem, nasceriam sem caudas, deste modo provaria que a teoria de Lamarck não procedia, quanto a geração espontânea. A teoria de Lamarck ficou conhecida na Grã-Bretanha através de um debate realizado por Charles Lyell (1797-1875) que também de uma forma incidente criticou Lamarck. Lamarck recebeu mais criticas do que elogios quanto as suas idéias.


O PRECURSADO DE LAMARCK



Charles Robert Darwin (1809-1882) de origem britânica era biólogo e naturalista, graduado em Cambridge. Além de sua obra já citada no inicio deste trabalho, podemos citar:

“Zoologia da viagem do Beagle, 1840”, Variações de animais e plantas domesticados, 1868 e A descendência do homem e a seleção com relação ao sexo, 1871. De acordo com a historia, Darwin tomou como base a teoria de Lamarck. Darwin deu inicio na teoria moderna da evolução, com sua opinião, sobre todas as formas de vida através de um processo lento de seleção natural. Seu legado foi de grande importância para a ciência, gerando uma mudança de mente no pensamento moderno.





A TEORIA DE DARWIN


 Depois de graduar-se, Darwin decidiu viajar pelo mundo, entre 1831 e 1836 fez uma viagem a bordo do barco Beagle (1837-1838), foi então que começou a dar inicio a sua teoria.

Nesta viagem, Darwin coletou vários exemplares de pássaros conhecidos como tentilhões. Inicialmente ele acreditava serem de espécie diferente, mas ao retornar à Inglaterra, um especialista em pássaros desmentiu essa hipótese. Darwin notou que cada um desses pássaros apresentava características diferentes, conforme a região que habitava. Alguns pássaros possuíam bico longo, outros curtos. Algumas penas coloridas e, outros, acinzentadas. Observando o ambiente em que estes animais viviam, ele constatou que as diferenças sempre estavam relacionadas a adaptações sofridas por eles. Os pássaros de penas cinza, por exemplo, viviam em regiões pedregosas. As penas cinza possibilitavam a defesa dos predadores. Já com os pássaros de bico longo, esta adaptação facilitava a captura de insetos. ( HEUER, 2007, p.24)


                 Darwin deu outro exemplo de uma determinada flor que encontrou em Madagascar. Deu ênfase que não era por acaso que o receptáculo de uma orquídea media justamente a tromba de uma mariposa de 28 cm, deste modo encaixaria perfeitamente no bloqueio da flor.


Ao trabalhar com sua coleção de pássaros das Ilhas Galápagos, ele se deu conta de que devia ter registrado de qual ilha vinha cada espécie, pois eles variavam de ilha para ilha. Ele havia inicialmente suposto que os tentilhões das Galápagos pertenciam todos a uma espécie, mas, depois, ficou claro que cada ilha possuía a sua própria e distinta espécie. Daí, foi fácil imaginar que todos haviam evoluído de um tentilhão ancestral comum! Ele ficou igualmente impressionado pela maneira como as emas, aves similares a avestruzes, diferiam de uma região para outra na America do Sul. É provável que essas observações de variação geográfica tenham levado Darwin a aceitar inicialmente que as espécies podiam mudar. (RIDLEY, 1993, p. 33).   


Acreditava Darwin que sobreviveria os indivíduos que mais se adaptavam ao seu meio, deste modo conseguia chegar à idade reprodutiva. Segundo Darwin, as adaptações aconteciam através de dois processos: Seleção e Especiação. Seleção: os indivíduos mais adaptados sobrevivem e os menos adaptados morrem, ou seja, os seres vivos sofrem mutações genéticas; os mais adaptados ao meio sobrevivem e conseguem deixar descendentes. Especiação: modificações adaptativas no decorrer de milhares de anos, ou seja, é o processo que uma espécie de ser vivo se transforma em outra, ou se divide originalizando outras duas. “Assim as transformações que favorecem a adaptação do individuo ao meio ambiente continuam a se propagar por meio dos descendentes e, após longo tempo, é possível identificar uma nova espécie originária da antecedente, mas difere dela. (BRAICK, MOTA, 2010).

A EVOLUÇÃO HUMANA



            Ao meio de tantas pesquisas, Darwin propôs que o homem também havia se modificado até os dias atuais. Para Darwin a origem dos primeiros ancestrais ocorreu na África. Como não era possível conseguir alimentos nas árvores, uma quantidade de primatas havia descido fazendo então a separação das famílias, de um lado os hominídeos (homem) e de outro os primatas (macacos). Conforme Braick e Mota (2010, p.31) pesquisas desenvolvidas nos últimos trinta anos, nos campos da antropologia, da biologia e da arqueologia, sugerem que a separação entre linhagem dos seres humanos e dos grandes primatas, como gorila e chimpanzé, deve ter ocorrido entre 10 e 7 milhões de anos atrás. Essa linha de estudo baseia-se em pesquisas, fosseis e genéticas. Analises mostram que, do ponto de vista molecular, homens e chimpanzés são 99% idênticos.

 Somente para recordarmos que Darwin não era ateu, ele cria na existência de Deus.


             Para Darwin, este grupo de primatas que desceram das árvores a fim de achar seu próprio alimento, deu origem à família dos hominídeos, que na qual pertence ao homem. Primeiramente deu origem ao Australopitecus, Homo-habilis, Homem de Neandertal e Homo sapiens-sapiens. A família dos macacos havia tido seu processo de evolução também, tendo resultado nos macacos do dia.

Sobre a teoria de Darwin, existem alguns pontos importantes que você deve lembrar: Evolução não quer dizer melhora, apenas adaptação. O homem atual dificilmente sobreviveria nas condições em que viviam os Australopithecus. Todos os organismos vivos evoluem, a evolução é permanente. Quando Darwin escreveu “A Origem das Espécies” (1858), foi muito criticado pelos criacionistas. Partes das criticas se deu a uma interpretação equivocada de suas idéias. Caricaturas traziam o cientista retratado com corpo de macaco. No entanto, ele nunca afirmou que o homem descendia do macaco, mas, sim, que tinha um antepassado em comum. (HEUER, 2010, p.26).


MATERIAIS E MÉTODOS 


Para a realização deste trabalho percorremos a livros e a Internet, exigiu muita leitura e reflexão. Foi aproveitada também a experiência dos três estágios, pelo fato de o tema em questão “Criacionismo e Evolucionismo”, ter sido abordado em sala de aula, isto fez eu me familiarizar com o assunto, de modo que fiquei convincente a trabalhar em cima deste tema. As figuras e imagens também foram coletadas da Internet.

RESULTADO E DISCUSSÃO


           Concernente ao tema em questão, criacionismo e evolucionismo, a ciência e a religião, dois pólos que não se encontram. Um baseado totalmente num principio com a presença de um criador, outro na evolução, tudo vindo de uma única célula. Qual teoria mais lógica e racional? Evoluímos de uma bactéria ou somos frutos das mãos de um criador? Criador que foi enfatizado por Jesus Cristo quando esteve aqui na terra “Pai nosso que estás nos céus”. O que poderíamos comentar? Como pode um corpo humano ser tão perfeito? Os rins fazem um processo de limpeza do sangue, seria isso fruto de uma evolução ou das mãos de um criador supremo? O homem é imagem e semelhança de Deus ou é imagem das betas?


Família curda só anda de quatro na Turquia. www.tvripbr.com.brviewtopic.php?f=34&t=429.
A família Ulas, da Turquia, foi o assunto de um documentário da BBC; vários de seus membros são incapazes de caminhar de pé, tendo se comportado como verdadeiros quadrúpedes durante toda a vida.

CONCLUSÃO


Diante do exposto, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais das duas grandes principais teorias que sustentam a origem do mundo e do homem. As hipóteses são: evolução, concebida por Charles Robert Darwin baseado no estudo de fósseis. E a criação, baseada na Bíblia Sagrada, mais precisa no livro de Genesis.
O criacionismo sustenta que Deus no principio por meio da Palavra Falada criou todas as coisas, por meio do “haja”, começou com as coisas rastejantes e colocou o homem em pé. Criou a flora, a fauna e por fim, o homem foi feito a sua imagem e semelhança. Logo fez com que este homem tivesse um profundo sono e fez sua primeira cirurgia, da costela de Adão extraiu sua esposa e colocou este casal em um jardim no Édem. Observamos que neste jardim havia uma besta, por nome de serpente, animal este que falava, mas como pode! um animal falar! Encontramos que esta besta era uma criatura ereta, era muito próximo ao homem que na qual foi usada por lúcifer para seduziu a esposa de Adão e deitou-se com ela, este seria então o pecado original, o sexo. Por meio deste adultério vimos que nasceu uma criança por nome de Caim que era filho do maligno. Encontramos que este Caim, que era fruto deste romance assassinou seu meio irmão Abel o justo. Abel que era filho de Adão e Eva. Entretanto, Deus deu a este casal outro filho no lugar de Abel, por nome de Sete. Assim então seguiu duas linhagens, a semente de Deus e a semente da serpente, a semente justa de Sete e a semente do maligno de Caim.
Oposto ao criacionismo vemos a teria da evolução, ou darwinismo. Esta teoria baseia-se principalmente no estudo de fosseis, em pesquisas genéticas. Vimos que antes de Darwin outros homens se dedicaram a esta teoria como Robert Chambres, Alfred Russel Wallace, seu avô Erasmus Darwin e por fim Jean Baptiste Lamarck, porém o nome que mais se destacou foi Charles Darwin. Encontramos que Darwin em suas grandes viagens efetuou experiências em pássaros, observando como as espécies tinham características diferentes conforme cada região, deste modo pode tirar suas conclusões que os seres vivos não são imutáveis, porém se transformam conforme o meio ambiente e aqueles que não conseguem se adaptar acaba morrendo. No decorrer de tantas experiências, Darwin propôs que o homem também havia passado por um processo de modificação, que na África havia um mamífero que era adaptado  a viver em árvores, toda a sua alimentação estava a sua mão, deste modo não carecia descer para pegar algum alimento. Estes mamíferos eram chamados de primatas.
Entretanto com as mudanças climáticas sua alimentação começou a ficar escassa, foi então que um grupo destes primatas desceu das arvores para obter sua alimentação, resultando na separação das famílias. Assim então teriam surgido os hominídeos que resultou no homem atual, os demais primatas evoluíram para os macacos de hoje.
Em minha opinião a ciência e a religião não precisavam entrar em conflito. A ciência diz que  o homem evoluiu, a religião diz que o homem é a imagem de Deus, mas esta imagem que é o homem não é a imagem de Deus, mas a imagem das bestas, porque Deus é espírito, o primeiro homem que era espírito era a imagem de Deus. Não creio na corrente da evolução como muitos  acreditam, tudo surgindo de uma única célula. Porém creio que nós evoluímos de um homem para o outro. Teve um principio de criação que foi evoluindo no decorrer dos tempos. As duas correntes que parece tão oposta na verdade faz uma combinação como se fosse um quebra-cabeça.
Em um debate em sala de aula no meu terceiro estágio uma aluna me surpreendeu com seus comentários sobre evolução e criação, ela disse que acreditava nas duas teorias, que Deus criou todas as coisas, mas que com o passar do tempo houve uma evolução. Segundo meu entendimento vejo a necessidade do ensino das duas teorias nas escolas, de modo que haja respeito por cada crença, assim fomos orientados na universidade, quanto ao respeito das diversas crenças em sala de aula, isso é, liberdade de religião, liberdade de expressão e igualdade.             
REFERÊNCIAS


BIBLIA, Versão Almeida,  Revista e Corrigida, edição 1995 São Paulo – Ed CPAD.
BRAICK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho. Historia das Cavernas ao Terceiro Milênio. São Paulo, Editora Moderna, 2° ed. 2010.
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BRANHAM, William Marrion, Uma Exposição das Sete Eras da Igreja, Jefferson ville, IN, E.U.A, Gravações a Voz de Deus, 1965.
BRANHAM, William Marrion, Ao Nascer do Sol, Jefferson ville, IN, E.U.A, Gravações a Voz de Deus, 1965.
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HEUER, Johanna Wolfram. Caderno de estudos Pré-História, Centro Universitário Leonardo da Vinci, Indaial – Ed. UNIASSELVI, 2007.
OLSON, N. Lawrence, O Plano Divino Através dos Séculos, 25° Edição, Rio de Janeiro, 2002
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